Jornada Inclusiva 2013


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Debate sobre igualdade de oportunidades para geração de renda para o segmento de pessoas com deficiência foi o foco da palestra promovida pela Cooperativa ECOSOL Base Brasília na Jornada Inclusiva, realizada em 19 de agosto, na Casa do Artesão no Conic – Setor de Diversão Sul – Brasília/DF para um público de 60 participantes.

Além de promover o debate, a Jornada Inclusiva anunciou a preparação do 3º Salão de Negócios de Acessibilidade, Reabilitação e Inclusão Social, evento historicamente realizado em conjunto com entidades de pessoas com deficiência e outras parcerias que tenham o propósito de promoção o da pessoa com deficiência

Voltados para o segmento de pessoas com deficiência, a Jornada destinou-se às lideranças das organizações representativas de pessoas com deficiência, empreendedores e/ou interessados no desenvolvimento de produtos e serviços para geração de renda

O 3º Salão de Negócios de Acessibilidade, Reabilitação e Inclusão Social será realizado em Brasília nos dias 03 a 05 de dezembro de 2013 no Pátio Brasil Shopping das 10 às 20h com atividades diversas entre exposição, seminários, oficinas, atividades culturais, esportivas, entre outras.

Durante a Jornada Inclusiva o palestrante Max Coelho, Subsecretário de Microcrédito e Empreendedorismo da Secretaria de Trabalho do DF, discorreu sobre a equiparação de oportunidades para todos como um dos elementos da base dos direitos humanos”, conforme cita a Cartilha do Censo de 2010 – Pessoa com Deficiência, preparada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH/PR. Colocou à disposição as oportunidades que o Programa Prospera oferece bem com as linhas de crédito destinadas para o segmento de pessoas com deficiência tocarem seus projetos.

O representante da Subsecretaria de Economia Solidária, Rafael Reis, expôs o trabalho de Inclusão produtiva do segmento de pessoas com deficiência dentro da programação da Subsecretaria. Por sua vez, o presidente do Sistema OCDF, Roberto Marazi, apresentou o cooperativismo como perspectiva de gestão para a produção coletiva.

Muitos participantes abordaram questões sobre a aplicação das leis e outras normas que estabelecem a necessidades de acessibilidade aos locais e serviços às pessoas com deficiência. Alegaram que a quase totalidade dos locais não dispõem de calçadas, rampas de acesso, faixas de piso tátil para melhorar a acessibilidade das pessoas com deficiência. Apontaram ainda, que os locais públicos raramente contam com tradutores de libras, que os semáforos não têm sinais sonoros que orientem as pessoas com deficiência visual etc.

Dados do Censo de 2010 (IBGE) mostram que 23,3 % da população do Distrito Federal é formada por pessoas com deficiência.